segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Sou tão oldschool

Juro que ponderei instalar o Tinder.


Mas depois saí à noite e percebi que não preciso disso.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Como estamos de açúcar?

Por aqui estamos muito mal de açúcar...
O que quer dizer que estou há 9 dias sem ele!
Palmas para mim que bem mereço.
E para dizer a verdade está a custar-me menos do que o que eu pensava.
Não há doces cá em casa, é verdade, mas também já não costumava haver grande coisa. No máximo uma embalagem de chocolate negro... Mas agora nem isso, pra não cair em tentação.
Tive um jantar no fds passado e não comi as sobremesas.


Além disso, treinei todos os dias de segunda a sexta, esta semana.
Vou ficar comó aço!

Contem-me! Quem está a conseguir? Quem se descaiu?

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Cabeça de alho xoxo desde que nasci

Hoje acordei às 7h. Tem sido assim diariamente para conseguir ir ao ginásio a horas em condições, para começar a trabalhar às 10:30.
Levo a roupa de treino vestida por baixo da minha, o que dá imenso jeito nestes dias frios.
Tive a excelente ideia de treinar perna (2ª vez na semana) depois de ontem ter corrido 7.54km, sempre bom. Cheguei ao balneário com um andar novo.
Procuro a chave do cacifo para tirar as coisas do banho... ups, deixei a chave metida na fechadura enquanto treinei.
Nesse momento estava a Nádia, a funcionária do bengaleiro, a passar e disse-lhe:

"É muito boa ideia ir treinar e deixar a chave aqui metida..."

Ela olhou para o número do cacifo para ver se sabia de quem era.

"É meu!" - disse-lhe a rir.

Ela respondeu-me: "Já memorizei o número, quando voltar a acontecer eu guardo."


Tomei banho, vesti-me, fui ao espelho pentear-me e vim embora.
Ainda me lembrei de levantar dinheiro, que andava há dias a esquecer-me e fui carregar o vivaviagem que também não tinha saldo. Normalmente esqueço-me.
A 150m de casa faz-se luz na minha cabeça.
Não voltei a tirar a chave da fechadura. Abro a mochila, começo a procurar, NADA!
Pego no tlm pra ligar para o ginásio e perguntar se lá ficou... e ele morre, com 45% de bateria.
É que é já amanhã que vou trocá-la.

Voltei ao ginásio.
A Nádia mal me viu pegou logo na chave.

"Eu decorei o número, mas não pensei que demorasse tão pouco tempo a deixares a chave" - e parte-se a rir.

Chego a casa e são 11:45. Perdi mais de uma hora que podia ter servido para dormir...
Valeu-me esta música em loop no mp3.


Muito boa vibe.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Desafio Fevereiro sem açucar*

O meu pai fez anos no último sábado. Escusado será dizer que, na boa, metade do bolo veio pra Lisboa. E, embora tenha dado algum, andei a comer bolo todos os dias, várias vezes ao dia, até ontem. E a cena pior é que não era um bolo qualquer era só: bolo de caramelo com creme de caramelo, creme de manteiga e ganache de chocolate. Decorado com malteesers e kit-kat... 

Era este, nada de mais, não é?

Pois bem, o bolo acabou ontem e eu juro que comi até não conseguir mais.
Vai daí, imprimi um calendário e decidi que durante o mês de fevereiro vou tentar não comer doces. São só 28 dias, é o mês mais curtinho do ano...
Partilhei a imagem no instagram (atenção que o meu IG já está ali em cima à direita, graças à querida Ovelha) e choveram mensagens de gente a querer fazer o mesmo. 
O que é que isso quer dizer?

DESAFIO!!

A partir de hoje, partilho nos meus stories o calendário com ✓ ou ✕ consoante a força de vontade de não ter ingerido doces, diariamente até final do mês!
Quem quiser pode-se juntar à festa, com IG ou sem IG, façam e partilhem nos comentários. 
Aqui no blogue talvez ponha semanalmente. 

Vamos a isso?


nota - por açúcar* entenda-se: bolos, bolachas, chocolates, gomas, sobremesas, and so on...

A subir por aí acima

Passado um ano (mais até!) do dia em que a minha vida profissional mudou radicalmente nunca mais vos dei notícias. Pois é que a empresa corre bastante bem, não é que estejamos cheias de dinheiro, mas trabalho não nos falta. Não é mesmo fácil gerir uma empresa, ainda que seja como a nossa, pequenina e com poucos encargos. Mas a verdade é que nem eu nem a sócia tivemos no nosso percurso académico ou de vida noções de gestão e expansão de um negócio.
Éramos completas nabas, mas já crescemos, já sabemos mais coisas, até já temos site e cartões da empresa fiu fiu! Ah pois é!

Este mês de janeiro trouxe-nos novos potenciais clientes, logo potenciais projetos.
E é ver-me em todos os bocadinhos a pesquisar cozinhas, salas e escadas e materiais e mais e mais...
E há coisas mesmo interessantes neste mundo.

Deixo-vos escadas interiores interessantes.
(Óbvio que tem que ser vistas como elemento escultórico da casa!)






quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Ego, rabo, bolo e corrida

Há mais de dois anos que não ia a uma esteticista profissional. Digo profissional, porque por norma a esteticista sou eu e diga-se, de profissional não tenho muito...
Não sei se é desleixo ou preguiça, talvez pela minha esteticista de sempre (vá, desde os 12 anos) estar em Viana, mas vou remediando eu. 

Acordei cedo no sábado para literalmente ir sofrer, mas as pernas lisinhas, lisinhas compensam o sofrimento. Conversa daqui, conversa dali, sempre ajuda a não sentir a dor, vira pra um lado, vira para o outro... e de barriga para baixo.

Uns minutos depois de estar voltada para baixo a esteticista diz:

"Oh Ldashoras tu tás com um rabo tonificado!"

Eu ri-me. E ficou aquele silêncio estranho.
E ela volta a dizer:

"E olha que eu farto-me de ver rabos aqui, mas assim como o teu não tenho visto!"



E depois do bolo todo que comi no sábado e domingo, hoje de manhã fui correr.
O pior de tudo é que tenho bolo para a semana toda...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Piadas que me fazem rir



Ontem estava à conversa com dois amigos mais velhos.
Estávamos a falar da barba e cabelo brancos deles.
Num tom de gozo eu disse:

"Eu, por acaso, não tenho nenhum cabelo branco."

A resposta foi:

"Pudera, o teu cabelo só tem 2 anos!"

Impossível não rir muito.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Top das etiquetas (ou hashtags...)

                                                                                                                                                                                                                                                                     É bom ver, que a minha vida é pautada por coisas banais do dia-a-dia, que o amor está muito em foco, que o fitness está no top 4, que a felicidade vem logo a seguir e antecede Lisboa e que o pequeno verme começa a descer e espero que desça até ao final da tabela. E a seguir vem as fotografias que tiro quando estou bem disposta, com as minhas amigas, nas festas e nas viagens. De vez em quando penso em trabalho (esta não é verdade, que desde que temos a empresa o trabalho está sempre no topo das preocupações) e futilidade há com fartura. Presentes podia haver mais e compras também. Mas fica para outra altura, quando for uma empresária rica.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Ainda assim, estou muito satisfeita com a ordem das coisas neste blogue.                                                                                                                                                                                                                                                                                Neste blogue meio morto, meio vivo.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Esperar o inesperado

Sábado à noite recebo a seguinte mensagem:

"Amanhã de manhã queres ir correr? Vou de comboio até Belém, vamos até ao Cais do Sodré. Traz o passe para depois voltares para trás."

No meio de tanta inércia, mantas e sofá lá disse "que sim".
Eram 8.20 de sábado e o despertador tocou. Ainda demorei meia hora a levantar-me para ir fazer uma mega panqueca com banana, que saiu completamente despedaçada mas boa.
Eram 9.30 e estava pronta para sair. Nessa mesma altura recebi mensagem a dizer que havia atraso e voltei a enrolar-me na manta e no sofá.
10.15 e estava a descer rumo a Belém. 
Pouco depois das 10.30 já estávamos a correr lentamente, com conversa disto e daquilo, que a minha amiga gosta de correr mas é para conversar. Então, claro, vamos devagar.
Chegamos ao Cais do Sodré (6km) e eu nem dor nas pernas tinha. Sentia-me bem. Corremos até à Ribeira das Naus, mas ela ficou com dor de burro e então caminhamos até à Praça do Comércio.
Dei-lhe as chaves de casa e o passe, que tinha guardado e disse:

"Olha, eu ainda estou bem (há que aproveitar quando estou bem a correr) por isso vou mais um bocadinho para trás a correr, tipo 2km e depois apanho autocarro."

E fui.
Um pouco mais rápido do que o que íamos, mas nada de mais. Senti a dor atrás do joelho direito que me tem chateado. Pensei no que o treinador me disse "levanta mais os joelhos, mesmo que te pareça estranho de inicio", e tentei. Passado uns minutos a dor tinha desaparecido. Acho que tenho de fortalecer estes músculos traseiros do meu joelho...

Estava mesmo a sentir-me bem.
Ao tempo que eu não me sentia bem!
Ao tempo que não estava sozinha, com a mente descansada e livre. 
Ia sorrindo aos corredores e ciclistas que iam passando (a gente arregala um bocado as vistas quando vai correr... não é?) e fui correndo... correndo... Já tinham passado 2km e eu estava bem.
Continuei.
Pensei "agora corro até ao pilar da ponte 25 de abril". 
Mas cheguei ao pilar e estava bem! Pelas minhas contas já devia estar por volta dos 10km. Passou-me pela cabeça que se calhar era o dia ideal para passar os 10km. 
Eu nunca tinha corrido mais que 10km.
"11km era bom - pensei - mas já que estou aqui corro até ao ponto inicial."

Quando cheguei à Estação Fluvial de Belém olhei para os kms. 11.5km... E claro, por 500m não ia deixar os 12km fugirem.
Foi só mais um bocadinho.
E eu estava bem.


Nunca tinha corrido tanto tempo seguido, nunca tinha corrido sem que isso fosse um sofrimento mental, em que luto contra a vontade de parar. Ir com companhia ajudou. Se estivesse sozinha muito provavelmente não teria ido, ou então ia e fazia 5km...
Mais 20min. de caminhada e estava em casa, pronta para alongar, tomar banho e almoçar.



A mente tem destas coisas, quando menos se espera chegamos mais longe. 
Bloqueios vão e vem, mas o nosso bem estar depende de nós. 
Ainda estou numa fase esquisita de transição, entre o prazer de estar sozinha e o medo de me tornar uma pessoa solitária.


Mas, para já, sinto-me bem.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Fazer o bem, receber o bem (karma)

Como há algum tempo que me sinto paranóica eu e o meu médico decidimos que de 3 em 3 meses faríamos um qualquer exame dentro do leque que podemos fazer, só para ir fazendo coisas.
No meu dia de anos (dezembro) fui a uma das muitas consultas com ele e recebi a notícia de que a tac tinha revelado um quisto no ovário esquerdo com 5,5cm.

Olhei para ele e perguntei:
"Há razões para me preocupar e chatear?"

Disse-me que achava que não. E como achar não basta mandou-me fazer uma ecografia.
Foi ontem.


Ontem de manhã, enquanto esperava uma pessoa no Rossio, fui abordada por um sem-abrigo. Disse-me que não tinha casa, vivia num carro abandonado, perto do hospital de S. José (o meu). Rápido respondi que não tinha dinheiro comigo (digo sempre, independentemente de ter ou não) e por isso não podia ajudar. Mas o senhor insistiu e disse que não tinha que ser dinheiro. Voltei a responder que não tinha nada para comer comigo. Mas ele, voltou a insistir. Olhou para a Pastelaria Suiça e disse "pode ser um pão com manteiga".

Pousei a mochila, tirei a carteira e disse "venha lá então comigo que eu compro-lhe um pão com manteiga". Abri a carteira e não tinha dinheiro. Perguntei à empregada se podia ser com cartão. Podia. Peguei no talão e dei ao senhor, para pedir ao balcão.

"Obrigada e muita saúde!"

A frase ecoou-me cérebro a dentro. 
É tudo o que eu preciso neste momento.

...

18h e estou a fazer o exame.
O quisto afinal não é tão grande (raio da tac que não é muito preciso) tem 3cm e tal. Aconselharam-me apenas a controlar de 3 em 3 meses.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Para bom entendedor...


Mais um ciclo, mais um fim.

(estou pronta pra começar a receber mensagens no tlm...)

domingo, 31 de dezembro de 2017

#bestnine2017

Cliché mais cliché do instagram é fazer um #bestnine2017.
No ano passado resisti, mas este ano deixei-me levar na onda.
As 9 fotos de 2017 com mais likes foram estas:


Ou seja, a não esquecer:
- o meu pequeno verme, presente em todos os dias do ano quando meto aquele comprimido rosa na boca;
- o esforço enorme que faço sempre que me decido a ir correr seja em treino ou prova, é sem dúvida o ultrapassar de barreiras físicas e [essencialmente] psicológicas;
- a alimentação que quer manter saudável, pela saúde e pela imagem que me dá (óbvio).

Bom ano novo para todos!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

2017

Acabei de ver um anúncio da Super Bock que questiona "qual o melhor dia do teu ano?"

Este meu ano foi especialmente difícil para mim. Psicologicamente desgastante e duvidoso. Sempre que caio no erro de dizer isto a alguém toda a gente me lembra o quão difícil foi o meu ano de 2014, na corrida contra o cancro e logo de seguida eu penso no 2015 em que atirei o Peter Pan às urtigas. Não há dúvida nenhuma que 2016 foi um ano muito bom, mas este 2017 não me convenceu.
Foi um ano de dúvidas existenciais, de vontade de isolamento, de preguiça, de "depressão" (e vem entra aspas pois não o digo de forma clínica e forte, mas sim ligeira e de estado de espírito).
Acabo este ano exilada na casa dos meus pais, a ver a minha irmã e o meu sobrinho partirem hoje para Oslo. Não os quis levar ao aeroporto, despedi-me deles em casa e passei o dia sem sair, com o robe cor de rosa da minha irmã vestido. Mas não me vou alongar muito mais sobre o meu estado depressivo.


Voltando ao início do post, acho que o melhor dia do meu ano foi há 4 dias atrás, em que inspirei os ares do Minho e corri a São Silvestre de Viana do Castelo, a achar que não ia correr bem, pois não treinei devidamente, mas a correr lindamente e a melhorar o meu tempo record em mais de 3 minutos; a passar a meta com as minhas primas (as que me desafiaram para a corrida) e que nunca tinham corrido 10km. Foi a nossa vitória. E depois ter um jantar com o meus amigos daqui, aqueles que vejo um vez ao ano porque estão fora, sair para dançar (sim, dancei horas depois de 10km) e chegar a casa as 7.15h da manhã, sabendo que a minha mãe já teria ido espreitar ao meu quarto de hora em hora. E sim, já tenho 32 anos.

Vivi essas 24h intensamente. 24h acordada e foi o melhor dia do meu ano.
Pelo menos o dia em que me senti eu, feliz e concretizada.



Este ano a reflexão anual veio mais cedo, culpa da Super Bock. 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pedido de ajuda aos bloggers (solved)

Malta do blogger, como é que eu comento os blogs sem ser com o perfil do google+?
É que esta bosta agora não me comenta com o perfil do blogger...


p.s. problem solved!